Vivo perdido perante meus pensamentos. Caminho sobre as nuvens da minha imaginação. O encanto das palavras nada mais é do que um feitiço que nos faz acreditar no impossível. Minha linhas escritas são o melhor desenho que tenho do meu interior.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Sexo é vida.
E lá estavam seus lábios conhecendo meu corpo. Sentia a pressão de a sua língua atingir meu membro de maneira excitante. Foi então que tive a idéia de amarrá-la e amordaçá-la. Que excitante! Ela gemia como se sofresse pelo prazer. E quem disse que eu me importava? Era a excitação de suas pernas misturadas com a sensação de tê-las no meu colo. Era excitante só olhar pra ela. Seus orgasmos eram gritados a uma altura assustadoramente maravilhosa. Sentia meu corpo queimar no prazer carnal do pecado. Lá estava eu em cima dela, fazendo-a cavalgar como uma égua incandescente de prazer. Vendada ela não enxergava a consumação, mas suspirava de agonia os seus olhos. Seu sorriso veio a encontrar-se com meus olhos. Sentia tua pele como papel encontrando o fogo. Seus gemidos soavam como poesia de um poeta endiabrado, aos ouvidos de uma pequena virgem. Mordendo suas partes, senti-a na umidade de sua vagina o prazer encontrando seu sabor. Mais do que um conto de libertino, foi uma sensação excitante da realidade. Então ela veio sedenta por meu membro. Seus dentes castigavam-no como um ladrão da corte sendo castigado por um carrasco. Ela o enfiava de tal maneira que podia sentir seu coração batendo na ponta ‘dele’. Ela se masturbava como uma gazela enlouquecida e faminta por sexo. Ela era o algoz de uma Deusa depravada. Teu corpo moreno manchando pelo meu orgulho branco, fez dela por fim, minha escrava sexual. De quatro ela pediu mais, até que com força ela levou, até gritar por horas clamando por prazer. Ela não era só mais uma mulher no mundo. Tornou-se um desejo, uma vontade incontrolável. Logo me senti tendo uma overdose. O sorriso delicado que ela carregava, era o martírio de todo sofrimento. O fundamento da beleza encontrava-se nos seus seios. Suas pernas cruzadas era um segredo desejável. Eu via a morte nos olhos dela. Mas com um corpete daqueles, que morte não fica desejável? O morder de seus lábios me matavam lentamente. Que loucura era aquela! Estávamos à beira da loucura, mas sobrevivemos ao apelo sexual. Eu não transava, eu a rasgava com vontade. Ela sofria, mas parecia pouco ligar. O desejo estava no sangue que derramara de seus lábios. Seu corpo, tão gostoso. Uma mordida nele era uma mordida no paraíso. Queria arrancar tuas roupas agora. Ver-te nua!
(Denis Scarpa)
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