Vivo perdido perante meus pensamentos. Caminho sobre as nuvens da minha imaginação. O encanto das palavras nada mais é do que um feitiço que nos faz acreditar no impossível. Minha linhas escritas são o melhor desenho que tenho do meu interior.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
O pequeno Bob.
O pequeno Bob era apenas um pequeno garoto, sem dinheiro ou raciocínio. As tentações o perseguiam desde o ventre. Era o começo de uma velha história. Bob se perdia no começo, mas se encontrava quilômetros a sua frente. Era tímido, demorava a se soltar, a criar asas e voar para cima de sua própria insanidade. Bob cresceu e se tornou o anfitrião da própria cobaia do destino, o medo de ser infeliz. Correu e quebrou a perna, nadou e se afogou. Escreveu até criar lacunas em seus dedos. Berrou até arrebentar sua última nota. Bob era só mais um sonhador, um menino de maneira incorporada no seu próprio meio de ser feliz. Um dia, Bob encontrou uma mulher e a batizou de “minha vida”. Bob morreu sem perder um tostão, pois ricos mesmos são aqueles que carregam em seu peito o coração acelerado de uma mulher incandescente.
(Denis Scarpa)
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